Não tenho vergonha de dizer que estou triste
É dessa trsiteza pelo qual descrevo meu poema
Estou triste, dessa trsiteza sem rumos e sem freios
Que não acaba nunca
Minha alma assenta-se no chão da calçada
E chora...
Olhando as marcas sangrentas que a vida deixou.
Eu sinto um instante, consolo-me as vezes, despacho
as dores
Na minha face um vasto rosto pintado de solidão.
Sejamos fortes
lembramos de tudo que não se vê mais
Fomos Animais primatas
Nossas almas?? Sei lá!!...
Mas nossos elos corrompidos!!...
(Ainda mais os gestos doidos)
Desce do céu um temporal
E quando a primeira gotinha ia cair em pingos d'água
Acenderam-se: lágrimas, dores e solidão
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